segunda-feira, 23 de março de 2009

Torna-se duro o ser não amado na beira cais. Vendo barco ir, vendo barco vir, vendo acenar e nada disso é seu. O que é seu esse ser quis dar, mas...
Mas agora está escorrendo, ao passo em que ele torna-se mais e mais duro.


É, estou ficando amarga, diria em suspiro.
É a sua marca, o público responderia com desdém.

Mas vai ficar tudo assim?
Fica nada.
Em beira de cais não fica nada.
Sempre tem arrastão e borrasca.



Também é possível que haja esperança.

3 comentários:

Lorena Machado disse...

a esperança vai sempre existir, na beira de cada cais! bjos!

psi disse...

"invento o cais, e sei da vez de me lançar.."

=*

Tay disse...

essa aí de cima sou eu =P